Cardeal Dom Damasceno recebeu representantes do Movimento Brasil sem Aborto

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O Cardeal Arcebispo de Aparecida e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, Dom Raymundo Damasceno Assis, recebeu nessa segunda-feira (27) a presidente do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto, Dra. Lenise Garcia.

Também estava presente no encontro o diretor-executivo do Movimento e coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, Prof. Hermes Rodrigues Nery.

De concreto, ficou o apoio da CNBB e do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida às campanhas de coletas de assinaturas para a aprovação do Estatuto do Nascituro e à Campanha São Paulo pela Vida, que visa incluir o direito a vida, desde a fecundação, na constituição estadual de São Paulo, via iniciativa popular.

Informações Arquidiocese de Aparecida

Foto: Imprensa/ Arquidiocese de Aparecida

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Iniciativa popular poderá tornar o Estado de São Paulo o primeiro a blindar a defesa da vida legalmente

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SÃO PAULO, 24 Jan. 13 / 03:18 pm (ACI).- A Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, promoverá mutirões pela vida, em algumas cidades do Estado de São Paulo, para a fase final da Campanha São Paulo pela Vida, recolhendo assinaturas para pedir a garantia legal do direito à vida na constituição do Estado de São Paulo, assegurando assim a inviolabilidade da vida humana (art. 5º da Constituição Federal) e explicitando o que hoje está omisso na Carta Magna do Brasil: “desde a concepção até a morte natural”.

A iniciativa se justifica tendo em vista a omissão da Constituição Federal sobre o exato momento do início da vida humana, que a Igreja declara ser “desde a concepção”, amparada em dado científico, constatado desde o século 19, pela embriologia.

Apesar do Código Civil brasileiro reconhecer o embrião humano como pessoa, e com direitos, o Supremo Tribunal Federal, na Sessão de 28-29 de maio de 2008, quando deliberou sobre o uso de células-tronco embrionárias optou pelo argumento jurídico, validando a tese da teoria natalista que só reconhece a personalidade civil (e os direitos da pessoa) só depois do nascimento. Tudo isso para justificar a legalização do aborto, até o 9º mês; como pretendia o projeto de lei 1135/91, que visava despenalizar o aborto no Brasil. O referido PL 1135/91 tramita no Congresso Nacional desde 1991, e já foi rejeitado três vezes. Os deputados federais que repeliram o PL 1135/91 votaram pela vida e contra o aborto, correspondendo assim ao que deseja a maioria do povo brasileiro.

Diante da perspectiva de aprovação do novo Código Penal (que amplia os casos de aborto não punidos pela lei, até chegar a total legalização do aborto no Brasil) a Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, em conjunto com outras dioceses e organismos da sociedade, entregará 330 mil assinaturas à Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, uma emenda constitucional, garantindo o direito á vida, desde a concepção, tornando o Estado de São Paulo o primeiro pró-vida do País, a exemplo do que já aconteceu, em nível municipal, com a cidade de São Bento do Sapucaí, ou no México onde estados da união reforçaram políticas públicas em defesa da estrutura natural da família e do direito à vida, desde a concepção até a morte natural.

O Coordenador da campanha, Prof. Hermes Rodrigues Nery, assinalou a ACI Digital que “a defesa da vida é hoje um apelo da Igreja e de todos os homens e mulheres de boa vontade, que aceitam ser efetivamente discípulos e missionários de Jesus Cristo”.

“Se bem a Constituição Federal não permite emendas por via de iniciativa popular, apenas por meio de PECs apresentadas pelos próprios deputados, o Estado de São Paulo, sim permite que sejam feitas emendas constitucionais por meio de iniciativa popular. Daí o motivo pelo qual a Diocese de Taubaté (que está no estado de São Paulo) apresenta o referido projeto”, explicou também o Prof. Hermes, Coordenador também da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e do Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté.

Para mais informações e para aderir-se à campanha, visite:

http://www.saopaulopelavida.com.br/

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=24744

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40 anos depois, aborto perde força nos EUA, destaca revista TIME

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WASHINGTON DC, 04 Jan. 13 / 03:50 pm (ACI/EWTN Noticias).- Na capa de sua edição de janeiro de 2013, a famosa revista americana Times, assegura que embora “40 anos atrás, os ativistas do direito ao aborto obtiveram uma épica vitória com (a sentença da Corte Suprema no caso) Roe vs. Wade”, que permitiu a legalização do aborto nos Estados Unidos, “eles estiveram perdendo desde então” para os pró-vidas.

Conforme explica Kate Pickert, autora do artigo de capa, desde que em janeiro de 1973 a Corte Suprema dos Estados Unidos converteu em um direito federal o acesso ao aborto, “o movimento pro-choice (abortista) vem perdendo” as suas lutas.

“Em muitas partes do país, atualmente, recorrer a um aborto é mais difícil que em muitos lugares desde a década de 1970″.

Pickert assinalou que “há menos médicos dispostos a realizar o procedimento e menos clínicas abortistas no negócio”.

“Os ativistas pro-choice (abortistas) foram ultrapassados por seus contrapartes pró-vidas, que pressionaram exitosamente para obter regulações estatais que limitam o acesso” ao aborto, escreveu.

“Muitos estados requerem atualmente que as mulheres passem por aconselhamento, períodos de espera ou ultrassons antes de submeter-se a abortos”, indicou.

Para a jornalista americana, “a causa pró-vida esteve ganhando a guerra do aborto, em parte, porque buscou uma estratégia organizada e bem executada”.

Além disso, reconheceu, “a opinião pública está crescentemente” do lado pró-vida.

“Graças ao ultrassom pré-natal e aos avanços da neonatologia, os americanos podem agora saber como se vê um feto e que os bebês nascidos tão prematuramente como às 24 semanas agora podem sobreviver”, assinalou Pickert.

A jornalista da Times disse que “apesar de que três quartos dos americanos acreditarem que o aborto deveria ser legal em alguns ou todos os casos, a maioria apoia leis estatais que regulem o procedimento, e cada vez menos se identificam a si mesmos como ‘pro-choice’ nas pesquisas de opinião pública”.

Pickert também retratou a divisão geracional que destrói por dentro a causa abortista, pois “os jovens ativistas do direito ao aborto reclamam de que as líderes das organizações feministas”, que tinham 20 ou 30 anos quando se legalizou o aborto nos Estados Unidos, “não estão dispostas a passar a tocha às novas gerações”.

Entretanto, para Kate Pickert, um dos principais motivos da derrota dos promotores do aborto é que “em uma democracia dinâmica como os Estados Unidos, defender o status quo é sempre mais difícil que lutar para mudá-lo”.

Uma das expressões mais claras do avanço da causa pró-vida nos Estados Unidos é a multitudinária marcha nacional pela defesa da vida que mobilizam centenas de milhares de pessoas, com frequência ignoradas pelos meios, todos os anos em janeiro, no aniversário da sentença de Roe vs. Wade.

A última marcha, em 2012, reuniu mais de 400 mil pessoas que durante várias horas suportaram intenso frio, neblina e até chuva enquanto percorriam as principais ruas da capital americana até a sede do Capitólio.

http://acidigital.com/noticia.php?id=24660

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Data Senado: 82% contra legalização do aborto

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Pesquisa inédita do Data Senado a respeito da Reforma do Código Penal foi divulgada, hoje, no portal oficial do Senado. Foram entrevistados por telefone sobre a reforma do Código Penal, 1.232 cidadãos de 119 municípios, incluindo todas as capitais.

O novo Código pretende legalizar o aborto por demanda (a pedido da mulher). Os entrevistados opinaram sobre o assunto e 82% afirmaram ser contrários à meta dos grupos estrangeiros que financiam ONGs feministas: a legalização do aborto do aborto a qualquer momento da gestação, por qualquer motivo, bastando para isso que a própria mulher queira se submeter a cirurgia que pode, mesmo em clínicas limpas e cheirosas, lhe custar a própria vida e uma perfuração no útero.

Segue, na íntegra, o texto da pesquisa no quesito referente ao aborto:

Sociedade é restritiva em relação ao aborto
Fonte: Reforma do Código Penal | Pesquisa de opinião pública nacional (Data Senado| Outubro / 2012)

O aborto induzido, quando a mulher interrompe a gravidez por vontade própria, envolve argumentos morais, éticos, religiosos e até mesmo de saúde pública. Atualmente, a legislação brasileira permite a realização de aborto em casos de estupro ou quando a continuidade da gravidez trouxer risco de morte à mulher. O Supremo Tribunal Federal também autorizou a interrupção da gravidez quando for comprovada a ocorrência de anencefalia – doença caracterizada pela má formação total ou parcial do cérebro do feto. O Código Penal deve estabelecer os casos nos quais o aborto pode ser realizado com amparo legal.

Segundo a pesquisa, a lei não deve permitir que uma mulher realize o aborto quando ela não quiser ter o filho. Essa opinião é compartilhada por 84% dos entrevistados. Por outro lado, diante de circunstâncias específicas, a maior parte das pessoas concorda com a legalização do procedimento. Quando a gravidez for causada por estupro, 78% apoiam a realização do aborto, se for vontade da gestante. Do mesmo modo, quando a gravidez trouxer risco de morte à mulher, 74% manifestaram-se de acordo com a interrupção da gravidez. O aborto também poderia ser realizado dentro da lei, conforme os resultados, nos casos em que os médicos confirmarem que o bebê tem uma doença grave (como a anencefalia) e pode morrer logo depois do nascimento (67%) ou quando a gravidez traz risco à saúde da mulher (62%).

É interessante ressaltar que, via de regra, os homens mostraram-se mais favoráveis à realização do aborto. Por exemplo, nas situações em que há risco para a mulher, 66% dos homens apoiam o procedimento, enquanto 58% das mulheres têm essa opinião. Por sua vez, quando a gravidez traz risco de morte à mulher, 69% delas concordam com o aborto, número que sobre para 79% entre o público masculino.

Data Senado: http://www.senado.gov.br/noticias/agencia/pdfs/Reforma_do_C%C3%B3digo_Penal1.pdf

http://diasimdiatambem.com/2012/10/23/data-senado-82-contra-legalizacao-do-aborto/

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